sábado, 16 de junho de 2018

Tabela reúne cerca de 305 aplicativos educacionais abertos para usar em sala de aula

Tabela atualizada em 15/02/2018



Para inovar no processo de ensino-aprendizagem, projeto nascido na UFRGS reúne softwares para Android que podem ser usados e modificados livremente.


Já imaginou se uma tabela reunisse vários aplicativos livres para celulares e tablets do sistema Android? E se essa tabela também apresentasse indicações de quais disciplinas poderiam usar o recurso? Melhor ainda, não é? Pois agora isso existe, graças ao projeto Software Educacional livre para Dispositivos Móveis da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Elaborada pelo professor Paulo Francisco Slomp e pelo estudante André Ferreira Machado, ambos da UFRGS, a tabela reúne 305 aplicativos, que podem ser usados como complemento para o processo de ensino-aprendizagem. Desses, 78 servem para a educação infantil, 154 para os anos iniciais do ensino fundamental, 173 para os anos finais do ensino fundamental, 181 para o Ensino Médio e 203 para o Ensino Superior.
Para quem não sabe, o nome software livre significa, no caso da tabela, que o aplicativo é um REA (Recurso Educacional Aberto). A sigla, por sua vez, é usada para designar um material educativo licenciado de forma pública, permitindo que qualquer pessoa interessada use ou adapte o conteúdo da forma como preferir.
Os aplicativos que figuram na tabela começaram a ser analisados em abril de 2015. O projeto foi finalizado em fevereiro de 2016, quando a compilação foi lançada de forma aberta ao público, tanto para visualizações quanto para contribuições. “A tabela está sob uma licença de Creative Commons. A gente selecionou mais de 300 aplicativos, mas eles surgem a todo instante. Mantendo a tabela aberta, cada um pode colocar novos aplicativos que nós não conhecemos”, defende Ferreira. Segundo ele, essa é exatamente a filosofia do software livre.
Dentro da tabela, o material também é dividido por área de conhecimento. Entre elas: acessibilidade, biologia, educação física, educação artística, ensino religioso, física (subdividida em categorias como acústica, astronomia e atmosfera), geografia (também subdividida em categorias como atmosfera, bússola, capitais e mapas), idiomas (bibliotecas, catalão, coreano, entre outras), informática (redes e programação), jogo, matemática (álgebra, ângulos, aritmética, calculadora financeira,  entre outras), medicina, música, química (eletroforese, isótropos, jogo, moléculas e tabela periódica) e sociologia.
Navegando pelo mapeamento, é possível perceber que algumas áreas contam com maior número de recursos disponíveis. Para matemática, por exemplo, existem 61 aplicativos; física conta com 25 e geografia com 33. “Existe uma grande quantidade de aplicativos para áreas de ciências e exatas, além de geografia. É uma opinião pessoal, mas eu acho que as pessoas que desenvolvem os aplicativos são mais inclinadas a ciências exatas, por isso o maior número”, defende Ferreira.
Mudança de planos
Apesar do resultado final, o projeto surgiu com uma proposta diferente. “Em 2013, eu e meu orientador percebemos que tinha uma categoria na Wikipedia em inglês só sobre software educacional livre, e que essa mesma categoria não existia em português. Então nós começamos a traduzir os artigos para nossa língua”, relata o estudante de matemática da UFRGS, André Ferreira. Ele conta que, no meio desse processo, surgiu a ideia de criar uma tabela para catalogar alguns dos programas citados nos artigos. Em 2014, a proposta resultou em uma tabela de softwares educacionais livres para desktop (computadores de mesa).
Entretanto, com o aumento do uso de smartphones, o projeto tomou uma nova direção. “Depois que nós fizemos a tabela de programas para desktop, pensamos em fazer uma versão para dispositivos móveis, já que o uso desses aparelhos está cada vez maior no Brasil”, explica.
A escolha pela tabulação de aplicativos do sistema Android, segundo Ferreira, foi por uma questão prática. “A iTunes Store (a loja da Apple, que usa sistema operacional IOS) não aceita aplicativos sob licenças livres. Já a Google Play Store (loja do sistema operacional Android) aceita diferentes tipos de licenças livres, menos a GPL (do inglês, Licença Pública Geral).
Critérios de Seleção
O principal critério utilizado para a seleção dos aplicativos foi a finalidade educacional. Durante o processo de avaliação dos softwares, Ferreira e Slomp utilizaram, entre outras, uma lista do site F-Droid, que reúne um catálogo de softwares gratuitos de código aberto para Android.
Segundo Ferreira, o F-Droid tem uma categoria chamada Ciência e Educação. Juntamente com o seu orientador, ele fez o download e avaliou cada programa dessa área, para depois colocá-lo na tabela. “Nesse processo, nós percebemos que muitos softwares não estão categorizados como Ciência e Educação, mas podem ser usados com uma finalidade educacional. Por exemplo: nós encontramos um aplicativo de mapas, que está na categoria Navegação. Tudo bem, isso ajuda a velejar, mas também pode ser usado em sala de aula”, explica o estudante de matemática.
Diante dessa possiblidade, a dupla decidiu analisar todos os programas disponíveis na plataforma até dezembro de 2015. Ao todo, foram 1700 aplicativos avaliados. “Nós analisamos a interface, o idioma e como o aplicativo funciona de maneira geral. Nós instalamos em um tablet para testar aqueles que nós consideramos que poderiam ser usados”.
A tabela está disponível em português, e também conta com versões em inglêsespanholfrancês e italiano.

Alguns bons motivos para imprimir suas fotos



O alto desenvolvimento da tecnologia trouxe muitas inovações para a nossa vida. Uma delas é a possibilidade de registrar momentos com câmeras fotográficas de extrema precisão e qualidade. Mas, na grande maioria das vezes, não basta apenas fotografar, também é preciso “revelar” as fotos. Confira as razões para imprimir suas fotografias e, também, todas as dicas sobre como escolher e usar papel fotográfico.

Por que imprimir fotos?

  • Materializar momentos
O primeiro motivo para imprimir nossas fotos é o de materializar momentos de felicidade, carinho, realizações, etc. É claro que, de qualquer maneira, nós sempre acabamos carregando os momentos vividos na mente e no coração. Mas também vale muito poder ter tudo registrado em um papel fotográfico. Quem nunca se emocionou ou teve novas lembranças ao rever algumas fotos de família e amigos? Garantir a materialização dos nossos momentos marcantes faz muito bem.
  • Preservar experiências e memórias
Hoje em dia, é muito comum vivermos um mundo digital e online. Todas as nossas fotos acabam ficando somente na memória do celular e nas redes sociais. Mas vale a pena lembrar e resgatar aquele hábito dos nossos pais ou avós de ter fotos materializadas e guardadas. Antigamente, era uma tradição mostrar ou ver álbuns de fotos de familiares e amigos. Isso é muito bacana para preservamos muito bem as experiências, memórias e, claro, dividir todas as vivências com pessoas queridas.
  • Usar quadros ou montar murais
Quem imprime as fotos com papel fotográfico também tem a possibilidade de enfeitar a casa ou até mesmo a mesa do trabalho com quadros. Além disso, também dá pra montar murais. Aliás, existe uma imensa variedade de tipos de painéis de fotos (feitos de varal, madeira, colados na parede, com arames, etc.).
Clique aqui e confira dicas para montar um belo painel de fotos.


Como escolher papéis fotográficos?

As fotografias só podem ser impressas em alta definição e qualidade para durar se você utilizar um ótimo papel fotográfico e, claro, impressoras próprias para isso. O primeiro passo é definir que tipo de foto impressa você deseja, ou seja, com quais características. Isso porque os papéis fotográficos são bem diferentes. Há modelos mais brilhantes, outros bem foscos, enfim. O segundo passo é conhecer, pelo menos, um pouco de cada papel.
Modelos de papel fotográfico:
Foscos: como o próprio nome já menciona, esse tipo de papel não possui brilho. Ele costuma ser bastante indicado para fotos em preto e branco.
Semibrilhantes: são bem parecidos com os foscos, a diferença é que estes papéis têm um pouco mais de brilho no acabamento. Um ponto a ser destacado é que eles ficam facilmente com marcas de digitais, assim sendo, são mais sugestivos para painéis ou porta-retratos.
Brilhantes: já os brilhantes têm acabamentos bem detalhados e com muito brilho. Também são melhores para fotos de murais ou porta-retratos.
Especiais ou diferenciados: existe ainda uma categoria dos papéis fotográficos bem especiais, por exemplo, Fine Art. Geralmente, esses papéis diferenciados são usados por profissionais ligados à fotografia, além disso, por expositores.
Gramaturas
A gramatura é outra característica muito importante para a nitidez e qualidade como um todo das fotografias. O termo refere-se ao peso e, consequentemente, à resistência do papel fotográfico. Assim, quanto maior o valor da gramatura, mais resistente é o papel. As gramaturas mais altas são indicadas para fotos que necessitam de extrema qualidade profissional (valores de 150g a 180g). Já para as fotografias de “uso comum” podem ter gramatura a partir de 115g.

Impressoras para imprimir fotos
É claro que é sempre muito importante relembrar e destacar os principais cuidados na hora de escolher e adquirir o equipamento ideal.
Basicamente, existem dois tipos de impressoras para fotos: a com tecnologia a jato de tinta e a laser. A primeira costuma ser uma opção mais barata, além disso, as peças e acessórios também custam valores mais acessíveis. Já as impressoras a laser são mais caras. Se você deseja imprimir fotos e também documentos em ambientes domésticos ou profissionais (pequeno porte), a melhor escolha é a impressora a jato de tinta.
Esse tipo tem capacidade para imprimir até altas demandas, só que em velocidade mais baixas. Diferente das impressoras a laser que são sugeridas para grandes empresas e escritórios, uma vez que imprimem altas demandas em altas velocidades.

Onde encontrar papel fotográfico e impressoras?
Normalmente qualquer papelaria hoje em dia possui vários tipos de papéis fotográficos à venda, e, cada vez eles ficam mais acessíveis.
Na internet também se encontra muitas lojas virtuais, porém, há que se pesar o preço do frete, pois, pode acabar saindo muito mais caro.
Não deixe de conferir e de garantir que os seus momentos e lembranças especiais fiquem para sempre eternizados!



Minecraft para Educação – Gratuito




Certamente você já ouviu falar em Minecraft, não é mesmo? Com certeza ouviu falar través de algum aluno ou até mesmo do seu filho. Esse jogo é febre dentro do universo juvenil.

Que tal usar esse jogo a seu favor? Usar um jogo para estimular os alunos (ou o seu filho…rs) a aprenderem? Nada mais fácil, concorda?!

O Minecraft é adotado como ferramenta de ensino por muitas escolas pelo mundo.

O Minecraft é um game de construção de blocos, uma espécie de Lego virtual, que permite ao jogador montar praticamente qualquer objeto, de pequenas casas a grandes castelos e cidades inteiras.

Do ponto inicial que os alunos sempre precisarão contruir algo e para construir eles precisam se apoderar do assunto e pesquisar, o game é ótima ferramenta.

Alunos podem aprender literatura reconstruindo cenários de romances clássicos. Combinações de matéria-prima para fazer novos produtos são usados nas aulas de matemática. Enfim, posso citar exemplos para todas as matérias.

Fique sabendo que a Microsoft disponibiliza gratuitamente o Minecraft Education Edition. Clique aqui para acessar o site e baixa-lo. 

Neste portal, os professores podem inclusive baixar planos de aula.

A “gameficação” é uma forte tendência, vai a dica para os(as) professores(as).










CINCO DICAS BÁSICAS PARA ECONOMIZAR CARTUCHO DE TINTA




         Todo mundo sabe que na hora de usar a impressora é preciso pensar duas vezes, afinal, o preço exigido para reabastecer um cartucho de tinta, ou comprar outro, não costumam ser tão em conta assim. Toners também costumam ser caros, por isso é preciso saber principalmente onde comprar. Para que você aprenda a economizar ao usar sua impressora, eu selecionei cinco dicas para compartilhar com vocês.

 1 – Você tem certeza que vale a pena copiar ou imprimir isso?
Pergunta mais que necessária antes de imprimir alguma coisa. A verdade é que muitas vezes imprimimos algo simplesmente porque na ocasião nos pareceu certo. E de forma inconsequente, a galinha enche o papo com seu cartucho vazio. Pense bem antes de imprimir, reflita se é mesmo necessário e qual será a utilidade do que for impresso.

 2 – Existe algum tipo de fonte que economize tinta?
Sim, existe uma fonte que se foca justamente em economizar tinta.

 O nome dela é Ecofont. Por ter pequenos buracos no meio das letras, os quais nem dá pra notar a olho nu. Esta fonte garante a economia de 50% de tinta. Ou seja, apenas por usar tal fonte você gasta menos 50% do que gastaria com uma fonte comum.



 3 – Fazer uma pesquisa sobre qual é a melhor impressora pra você.
Saber o quanto você pretende usar de uma impressora é essencial na hora de escolher sua impressora. Não adianta nada você comprar uma impressora comum se pretende fazer mais de 10 impressões por dia. Se esse for seu caso, invista na impressora bulk ink que é própria para quem quer ter a liberdade de imprimir muito, e, mesmo assim, economizar tinta. A impressora laser, (que utiliza toner para imprimir) também pode ser uma boa escolha, justamente por ter um preço acessível e uma super qualidade de impressão que pode ser obtida com ela.




4 – Uso de e-readers é fundamental na hora de economizar
Pois é, quem está na faculdade sabe da pilha de textos que pedem para impressão. Que tal usar leitores eletrônicos? Basta transformar o arquivo em PDF, e para quem tem e-reader basta usar o programa Calibre para transformar o PDF num arquivo que seja compatível com seu leitor. É 100% eficiente na hora de economizar tinta e papel.




5 – Fique atento nas qualidades da impressão

Muitas pessoas deixam isso passar batido, mas existe uma forma de configurar tudo a respeito da impressão a ser feita, e, sim, dá pra economizar tinta com isso. Para saber como, siga o seguinte caminho em seu computador: Clique em Iniciar >> Painel de Controle >> Hardware e Sons >> Exibir Impressoras e Dispositivos. Clicar na Impressora e selecionar Ajustar Opções de Impressão.
 Na “Qualidade de impressão”, é possível escolher com que qualidade e resolução você quer sua impressão. Lembre-se que quanto mais dpi, mais qualidade terá a impressão e consequentemente mais consumo de tinta. Opção de uso de apenas tinta preta ajuda a economizar, e o modo “Poupança de Toner” também.




Tabela reúne cerca de 305 aplicativos educacionais abertos para usar em sala de aula

Tabela atualizada em 15/02/2018 Para inovar no processo de ensino-aprendizagem, projeto nascido na UFRGS reúne softwares para Android...